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Roberto Rugiero
Nascido a 12 de julho de 1942 em São Paulo, Capital.
Em 1960, interessado em literatura e Arte, trava relacionamento com um grupo de jovens artistas plásticos e escritores, com os quais convive por quatro anos. Entre outros nomes o grupo abrigava: Jorge Mautner, Roberto Piva, Wesley Duke Lee, Rodrigo de Haro, Lindolf Bell, Marcio Mattar, Ralph Camargo, Celso Luiz Paulini, Fabio Magalhães, Cláudio Willer, Guilherme de Faria, Regastein Rocha, Antonio Fernando de Franceschi e outros.
Em 1966, conhece Giuseppe Baccaro, o mais importante marchand do mercado brasileiro na época, e se interessa em trabalhar com Arte. Nesse ano reencontra Ralph Camargo, que possuía uma galeria de vanguarda, a Art-Art, onde hoje está o Plano’s Bar.
Em 1970, deixa seu emprego como redator de Publicidade na Standard Ogilvy e começa a trabalhar no Rio de Janeiro com Franco Terranova, proprietário da Petite Galerie, realizando alguns leilões.
Alguns meses depois, é chamado por Ralph Camargo para voltar a São Paulo. Durante quase dois anos fazem um levantamento de alguns setores da arte brasileira, propondo uma revisão de valores. Durante essa pesquisa conhece o pintor Agostinho Batista de Freitas e aprofunda seus conhecimentos de pintura ingênua.
Em 1974, organiza a Galeria de Arte do Home Store, reunindo um acervo de quase 80 artistas do eixo Rio/São Paulo. Nesse mesmo ano realizam, em conjunto com Hermelindo Fiaminghi, algumas edições pioneiras de litos/off-set para a Escola Superior de Propaganda e Marketing.
Em 1976, realizam em conjunto com Ricardo Camargo, uma exposição individual de José Antônio da Silva, que obtém grande sucesso, e é abordada pela revista Veja.
Em 1977, começa a colecionar intensamente a obra de Agostinho Batista de Freitas, com a finalidade de relançá-lo no mercado.
No ano seguinte, realiza três exposições para a Galeria do Jornal Shopping News: a individual do Agostinho, que também é enfocada pela Revista Veja e considerada uma das três melhores exposições do ano; a individual de Mirian Inês da Silva, apresentada pela primeira vez em São Paulo; e a de Manuel Martins, integrante do Grupo Santa Helena (a última que o artista realizou antes de falecer).
Em 1979, após permanecer por uns tempos no exterior, começa uma pesquisa profunda a respeito de pintura ingênua, viajando por meses a diversos estados brasileiros e formando uma ampla coleção que é, hoje, provavelmente, a mais seletiva do país. Seu interesse volta-se exclusivamente para os artistas autênticos, descartando uma série de pintores com grande currículo, mas com obra marcadamente maneirista.
Em 1980, organiza a exposição “Primitivos de Brasil”, em conjunto com Ieda Brandão, no Instituto Nacional de Bellas Artes do México, Museu Carrillo Gil. Essa mostra percorre depois sete capitais estaduais mexicanas. Nesse mesmo ano cede parte de sua coleção para a mostra “Gente da Terra”, organizada por Lurdes Cedran e Mario Schenberg no Paço das Artes, que reuniu 100 artistas populares.
Em 1981, organiza uma individual de Agostinho Batista de Freitas na galeria Paulo Figueiredo, que também é enfocada pela Revista Veja, com texto de P. M. Bardi. Nesse mesmo ano promove outra individual de Agostinho na Galeria Ipanema, Rio de Janeiro, e realiza a mostra “40 Artistas Populares” no museu Guido Viaro em Curitiba.
Também em 1981, abre seu próprio espaço, a Galeria Brasiliana, na Al. Lorena 2104, que iria permanecer ativa até o início de 1984, quando adquire o imóvel onde hoje está instalado seu escritório, à R. Artur de Azevedo 520.
Começa nesse mesmo ano a montar uma coleção de arte ingênua para a Fundação Armando Álvares Penteado, com cerca de 80 obras.
Em 1984, passa a realizar leilões de arte, atividade na qual se concentra até o final de 1988. Durante esse período, continua a acrescentar novos nomes à sua coleção de arte ingênua, descobrindo e incentivando artistas. Realiza também diversas exposições coletivas e individuais em outros espaços.
Em 1989, nova temporada no exterior e retomada do trabalho em regime de exclusividade com arte ingênua.
Em 1992, após a ressaca do Plano Collor, volta a atuar no mercado, desta vez assessorando os antiquários Paulo Vasconcellos e Antônio Carlos Brito na seleção de móveis e objetos em Londres e Paris, onde passou algumas temporadas, atividade a que se dedicou até 1996.
Em 1997, é curador do Projeto Ilha ao Luar, que envolve o artista Rodrigo de Haro, residente em Florianópolis, SC, num projeto patrocinado pela FENASOFT. Atua também como curador da colecionadora Wilma Eid, que forma uma coleção de arte popular sob sua orientação.
Em 1998 torna-se assessor da conhecida loja de decorações e antiguidades Renée Behar Interiores, para quem faz a curadoria da mostra Napoleão Bonaparte e de desenhos de Antonio Bandeira.
Torna-se também fornecedor de obras de arte popular que integraram o módulo respectivo na Mostra do Redescobrimento Brasil 500 anos, sob a curadoria do ex-Diretor da Pinacoteca do Estado, Emanoel Araújo.
Finalmente no início do ano 2000 começa a trabalhar na remontagem de sua própria galeria, Brasiliana, que é inaugurada a 15 de novembro do mesmo ano.
Participou em 2001 como curador convidado da Sala Especial de Arte Popular do VIII Salão de Arte e Antiguidades e também da mostra “Cultura Brasileira 1″ na Casa das Rosas.
Montou em janeiro de 2002 o Project Room do Art Miami em conjunto com Márcia Marcondes e Galeria Baró Sena. A convite dos organizadores e do Consulado Brasileiro em Miami representou o país com o estande Arte Popular do Brasil no Festival de Coconut Grove.
Participou do VIII, XIX e XX Salões de Artes e Antiguidades o mais importante certame do gênero na América Latina.
Participou expressivamente, inclusive com texto no catálogo da expo Pop Brasil, A Arte Popular e o Popular na Arte no Centro Cultural Banco do Brasil em SP, premiada como mostra do ano pela APCA em 2003. No mesmo ano realizou a individual do artista Willi de Carvalho e a Mostra de Presépios no Shopping Nações Unidas.
Em outubro de 2003 realizou viagem de prospecção cultural no Paraguai, em companhia da escritora Ysanne Gayet.
Realizou durante 3 meses exposições no Shopping Nações Unidas, entre elas a individual do miniaturista Willi de Carvalho e a “Espírito de Natal” com vários artistas de temática natalina.
Em abril de 2004 realizou viagem de 35 dias aos Estados de Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia em busca de novos talentos e materiais para a Brasiliana.
Também em 2004 formatou um projeto para a realização de nove vídeos com a duração de 55 minutos cada em parceria com o cineasta Ugo Giorgetti.
A Galeria Brasiliana montou em 2004 as seguintes exposições:
“Namorados Fazendo Arte”, mostra temática coletiva no Shopping Villa Lobos, com 20.000 visitantes;
“Brincadeira de Bom Gosto”, com brinquedos e objetos lúdicos , Grand Hotel Mercure Ibirapuera.
Em 2005 realizou na Brasiliana a mostra “Casais”, sobre as relações afetivas e “Muito Prazer”, sobre o Erotismo.
Na Fundação Attilio Fontana, pertencente à Sadia, realizou a mostra “Mestres da Arte Popular”, com cerca de 80 obras.
Realiza, entre junho e julho de 2006, a mostra “Show de Bola”, coletiva sobre O Futebol, visto pelos artistas populares.
Curadoria da Mostra indiviadual do Artista Plástico Nilson Pimenta em Londres na Zizi Gallery que fez parte do Festival de 25 anos da Brazilian Contemporary Arts de 27 / 9 a 5 /10 de 2006
É entrevistado pela Revista Raiz, em seu número 2, em 6 páginas de perguntas e respostas. Título da matéria ” O marchand da Resistência”. 2007
Passa a colaborar na Revista Raiz, onde publica entrevista com o histórico marchand Giuseppe Baccaro. 2007
Montagem da mostra “Casais” para a Feira Casar, na Galeria Daslú, com cerca de 35 artistas. 2007
Mostra “O Prazer é Nosso” na Galeria Fulo, em Trancoso, BA. 2007
Mostra “Bancos Indígenas Autorais” na Marcenaria Trancoso, em Trancoso, BA – 2007
Em Cataguases, MG, com a Fundação Leopoldina/Cataguazes, monta as mostras “Bestiário” e “Espírito de Natal” – 2007 e 2008
Mostra “Tesouro Escondido” no Memorial Rezende Barbosa, Assis, SP – 2008
Publica na Revista Raiz matéria denominada “Tesouro Escondido”, onde entrevista várias personalidades culturais brasileiras e contesta as curadorias de arte popular realizada pela arquiteta pernambucana Janete Costa. 2007
É nomeado curador do Museu Paulo Pardal, a convite do promotor cultural Romaric Sulger Buel, que abrigará a coleção desse importante pesquisador de arte popular, autor do livro “Carrancas do São Francisco”. 2008
Orienta a coleção João Mauricio de Araújo Pinho, no Rio de Janeiro, na aquisição de novas peças de arte popular.