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Casa sem cor

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Reconhecida por reunir os mais badalados Arquitetos e Designers de Interiores do Brasil, a Casa Cor não tem o mesmo sucesso quando o assunto é Arte Brasileira. “Esta seria uma excelente oportunidade para apresentar a um público tão dirigido o que hã de mais importante na arte brasileira”, diz Roberto Rugiero, marchand e diretor da Galeria Brasiliana,

Esta conclusão vem da observação das diversas edições da mostra. Neste ano, obras do acervo da Galeria Brasiliana integraram a Cozinha da Família, projetada pela Designer e Artista Plástica Adriana Scartaris e pelo Arquiteto Marcelo Palumbo para a Casa Boa Mesa 2009 (Casa Cor Trio). Através desta participação, segundo Roberto Rugiero foi possível fazer algumas observações:

Trata-se de um evento organizado com muito profissionalismo, que reúne pessoas pontuais na área. “Tem muita gente criativa participando, dando o melhor de si”, afirma Rugiero. Entretanto, chamou sua atenção a oportunidade que poderia ser melhor explorada por parte dos profissionais de apresentar um nível superior de arte, o que não ocorre. O que é escolhido e exposto – não só nos ambientes, mas também nos corredores, é muito mal representado. Está num nível muito inferior ao que aparecem em termos de mobiliário, ambientação, soluções arquitetônicas, etc”, explica.

A utilização de obras e arte de pouca ou nenhuma representatividade. Pouca arte de fato, o que demonstra que ou os responsáveis pela Casa Cor não perceberam o potencial do evento, no sentido de mostrar boa arte, ou falta maior orientação (e quem sabe até contato, conhecimento…) à maioria dos participantes em relação a esse aspecto”, alerta Rugiero.

Por ser um evento de relevância nacional e de alguma forma representar o que existe de melhor nos segmentos da Decoração e Arquitetura de Interiores este seria o palco perfeito para mostrar arte, algo que complementa o bom gosto da decoração, do mobiliário, da arquitetura. Em minha opinião o evento poderia ser mais bem aproveitado, ser mais rigoroso nesse aspecto, quem sabe abrindo portas para curadores especializados, que pudessem orientar os profissionais e ampliar a utilização de obras de arte relevantes, ou mesmo apresentar novos artistas… Não devemos nos esquecer que arte também é uma das melhores formas de investimento, além de ser cultura em alto grau”, finaliza.