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Investimento em arte

 Em Notícias

Abordagem de um pouco da História da arte no Ocidente. A função mágico- religiosa da arte. Arte egípcia e mesopotâmica, suporte da religiosidade. Arte greco-romana e propaganda do Estado. Arte cristã, o gótico, arte medieval e Renascimento. O desenvolvimento capitalista e a existência de uma nova classe, que é “consumidora” de arte. A revolução industrial e a “Arte pela Arte”.

Início do conceito de arte como investimento. O Impressionismo e o surgimento dos grandes marchands e galerias de arte. À formação de um mercado internacional, na Europa e Estados Unidos. À revolução da arte moderna, a Bauhaus e a arte do pós-guerra, quando os EUA emergem como potencia dominante. A CIA e o domínio dos artistas americanos no cenário internacional.

Os fundamentos da escolha de obras para se investir. À formação das grandes coleções privadas e institucionais. Como reconhecer bons nichos artísticos para investimento.

 

O Palestrante

Roberto Rugiero, fundador da Galeria Brasiliana em São Paulo, dedicada fundamentalmente à arte popular, iniciou sua carreira no mercado de arte no início dos anos 70, trabalhando inicialmente com Leilões e arte contemporânea.

Ao efetuar uma pesquisa para reintroduzir artistas contemporâneos importantes que estavam fora do mercado (atividade que trouxe nomes como Ligia Clark, Oiticica, Mira Schendel, os concretistas, etc) começou a interessar-se por artistas populares e passou a realizar um trabalho com essa vertente. “A arte popular brasileira é tão importante no contexto internacional como a nossa música, só que ainda não explodiu no mercado. Mas o pavio já foi aceso”, diz ele. A experiência acumulada nessa trajetória histórica fazem de Rugiero uma das opiniões mais interessantes e vivenciadas para opinar sobre arte, dar dicas e principalmente dizer o que pensa, reflexiona e aconselha para quem quer saber mais sobre a matéria.